Deu tudo errado.
O Beto não veio pra Belo Horizonte, nem ele, muito menos a mãe dele.
Sabe o que aconteceu !?
EU fui pra lá 8D
Vou explicar timtim por timtim, como eu sempre faço: Meu tio Carlos precisava de resolver algumas coisas em Sete Lagoas. Aí foram ele, a mulher dele e a neta da mulher dele. De Fusca.
Mentira. Fomos eu, minha mãe, meu tio, a mulher dele e a neta da mulher dele. De Fusca.
Buscaram a gente na estação Gameleira. Em falar nisso, no ponto de ônibus que nos buscaram de fusca, tinha uma menina muito foda. Ela tinha um cabelo legal, uma blusa legal, um tênis legal, uma mochila legal e um amigo legal (era tecnicamente legal. Ele tava de meia, um chinelo da Calvin Klein e um ôculos beem gay) e era bonita (só de longe, porque de perto parecia uma vaca de tanto piercing, sem ofensas). Quando ela entrou no ônibus ela ficou me olhando com cara de caminhoneiro G_G' Errr, eu não sei explicar olhar de caminhoneiro.
Apesar da dor nas pernas que me deu de ficar socada dentro do fusquinha dividindo o espaço com a minha mãe e a neta da mulher do meu tio (a Mylena, pra ser mais exata), as dores foram sentidas por amor ♥♥♥
A gente (digo, as pessoas que estavam no carro) fomos na feira.
A coisa mais rara que tem sou eu usar brinco, e eu tava com uma argola. Saí de lá com um par de brincos redondos com umas borboletas, BEEEEEM, maiores que minhas argolas. Saí feliz comendo pastel. Comi só dois, porque o aparelho não me proporciona bem estar enquanto eu como, falo, e err, beijo.
Mas de tudo, eu acabei me acostumando nessa coisa de beijar com aparelho.
Em um dia. Isso mesmo que você leu: um dia.
O Beto nem sabia que eu ia; Foi supresa, e nem eu sabia que era supresa.
Acho que nesse um mês e alguma coisa de namoro, esse foi o dia mais contrutivo.
Não pense bobeira, por favor. O fato foi que a gente aproveitou.
Cara, eu sei que pareça impossível, mas foi o seguinte: minha mãe pediu pra mim comprar cerveja pra ela, e o Beto foi junto, claro. (legal, sustento o vício da minha mãe. E da minha sogra. As duas estavam jutnas contando caso com a minha tia, enquanto meu tio tava com a Mylena resolvendo os problemas dele) Quando a gente voltou do bar, eu servi a cerveja pra elas (a minha mãe a minha sogra, já que a minha tia não bebe) e eu tava com sono. Aí eu fui pro quarto com o Beto. Só pra deixar bem claro: a porta estava aberta, e dava quase de frente pra varanda, onde as ditas cujas estavam. Então, tudo o que a gente fizesse elas viriam, se elas quisessem. Eu não fechei a porta meeesmo. Primeiro que eu não escondo nada da minha mãe, se acontecesse alguma coisa eu ia contar pra ela. Eu converso com a minha mãe do mesmo jeito que eu posto aqui no blog, a gente tem conversas que muita gente adulta não tem, eu acho isso muito bom entre eu e ela, sabe?
Só sei que quando ela assustou, eu tava deitada na cama do lado do Beto. Ele tava quase dormindo, panguando mesmo. E eu tava apoiada no braço olhando pra ele, aah *-*
Aí minha mãe gritou a Élis (minha sogra, pra ser mais exata. Lê-sé Élis mesmo. Tipo Elis com acento agudo no "e"). "Robeeeerto seu folgado!" Nisso ele já tinha pulado literalmente do colchão (claaro que é colchão, não tem nada lá, eu ainda nem me mudei). Aí ele deitou de novo, e eu, por mais que tinha sono, eu não conseguia dormir com aquele par de olhos castanhos com aquela sombrancelha grossa me olhando. O máximo foi a gente TENTAR se beijar, só isso. A gente tava panguando mesmo.
Aaah, eu liguei pra Mari, ae ae *-* Ela tava na praia, e ela me deixou ouvir o barulho do mar.
Porra, eu fui na praia quando eu tinha 4 anos. Saudade de praia. A Mari me proporcionou um ÓTIMO momento, obrigada Mari. Mesmo estando longe vocÊ é tão presente !
Aí eu tive que vir embora.
É impressionante. Toda vez que eu vou embora lá da minha casa em Sete Lagoas, sempre fica alguma coisa pra trás e a gente volta. Dessa vez foi a bolsa da minha mãe. Da outra vez foi meu aparelho, cigarro do meu pai ... sempre assim.
Acabou. E eu nem acreditei. Parecia uma eternidade.
30 de ago. de 2009
28 de ago. de 2009
Eu precisava de contar isso pra alguém... de novo.
Postado por
Ceres
Pois é, vou aproveitar o momento pra dizer TUDO o que aconteceu, sendo mais direta possível. Está passando muita coisa na minha cabeça, mas eu vou conseguir. Cuidado com a mistura de casos e muita coisa ao mesmo tempo, vai ser complexo.
Primeiro: Meu namoro está ÓTIMO. O carro do meu pai quebrou, então eu não vou pra Sete Lagoas esse final de semana. Aí a minha mãe teve uma idéia. E a idéia foi ótima por sinal: chamar ele pra passar o final de semana aqui. Por que eu não tinha pensado nisso antes !? E se der tudo certo ele vai pra cá (com a mãe dele) no domingo. Vai ser muito bom pra matar a saudade dele. Que namorada desnaturada que eu sou, faço um mês de namoro, esqueço a data e ainda não vou ver o menino!? Eu estou convicta de que eu preciso de ver ele, e isso é um fato. O que eu tenho que fazer agora é esperar (anciosamente) ele chegar. Vai dar tudo certo. Aliás, vai dar tudo muito certo.
Segundo, terceiro e talvez quarto: Ontem o dia foi meio... diferente. Fui pro dentista com a roupa mais louca que eu tinha em mente: uma blusa branca com a estampa laranja, um cinto branco com bolinhas pretas, um short preto com meia calça roxa, all star preto, blusa de frio preta e a bolsa preta da minha mãe (eu tava num dia meio emo). Demorei lá da escola até aqui em casa pensando nisso, foi muito complexo pra mim pensar, ainda mais com o tanto de coisa que eu tinha em mente. O resultado não foi diferente: eu chamei muita atenção. E eu gosto de atenção. Às vezes eu até devo estravazar com minhas roupas, mas eu supero. Eu e quem anda comigo. Mas então, só sei que voltei pra casa com o aparelho roxo, mas eu queria lilás. É tão difícil entender isso!? Sem falar daquela grande lingual idiota que eu fui obrigada a usar de novo. Pelo menos não tem o dijuntor (desculpa a língua odontológica). E o Sérgio (lembra dele!? Tenho um caso pra contar sobre ele tbm) ficava teimando cmg que meu aparelho relamente era lilás, não roxo. Roxo era o alargador dele (é, ele alargou a orelha). Na quarta eu fiquei feliz com o Sérgio. Ele me disse que lia o meu blog, e ficava feliz quando eu falava dele. Aí ele disse que ia vir aqui na sexta (hoje) com a calça skinny pra mim ver. Esse Sérgio filho da mãe tá me tentando... ele tá muito lindo com aquele cabelo sem cortar (pára de se gabar, menino). Só sei que ele me arrastou pra estação do metrô com ele, porque ele ia encontrar o Rafael (o amigo tecnicamente lindo, sarado e atraente; segundo ele. Tecnicamente porque eu não acho tanto assim, ele nem faz meu tipo). Aí eu encontrei com o Gui. Porra, a quanto tempo eu não via o Gui, fiquei feliz de ter visto ele e o cabelo legal dele. Enquanto eu tava destraída falando pro Gui a saudade que eu tinha dele, o Sérgio saiu andando da estação e me largou lá. Cacete, ele devia me levar em casa! u_u Quando eu larguei o Gui e sái correndo atrás do Sérgio, eu ia pro lado da passarela eu vi a Jéssica, que gritou assim: "É, Ceres. Corre atrás desse feio, corre!" E mesmo assim eu não parei de correr. Aí o Sérgio grita: "Ela vai correr mesmo, porque ela me ama!" Quando ele disse isso, eu já tava do lado dele: "Eu já te superei, meu bem!." "Superou não!" "Superei sim, tá!?"
E a gente discutiu até ele dizer assim: "Aquela ali é a Fernanda!?" "É a Fernanda sim; OI NANDA!" Quando ela virou e eu fui cumprimentar ela, o Sérgio sumiu de novo. Ele disse que tava com pressa, argh. De repente aparece a Anna (não é a Ana, é a Anna, tem uma grande diferença), a amiga da Anna que eu não lembro o nome, a Jéssica (ela apareceu do nada de novo), e a Sarah (não a da minha escola, a vizinha). Tudo junto, na porta da casa da Fernanda, na esquina da minha rua. Foi uma confusão, a Anna perguntou do Sérgio que já tinha perguntado dela umas três vezes mas não conseguiu encontrar com ela, falamos de truco, de meia calça , de aparelho, já que eu não conseguia falar com o meu, e porra, a gente falou demais. Claaro, só juntou mulher! Quando eu penso que não, o Luiz Fernando aparece! E disse que tava com saudade, e me abraçou. Foi só eu tbm, ai a Jéssica e a Sarah morreram de ciúme, HA! Aí as meninas foram embora, eu vim pra casa o céu tava lindo, e o meu MSN tava aberto. A Sarah (a da minha sala) tinha conversado com a Ana (a Ana do "n" só) e... ah! A Ana disse que não era só porque que a gente (a gente que eu digo somos eu e a Ana) tinha voltado a conversar é que tudo ia voltar como era antes. A Ana do "n" só me iludiu. Eu não devia tá falando isso aqui, mas eu dei uma crise de choro. Aí depois eu fui dormir. E o que eu sonhei não vem ao caso agora. Nem o que eu sonhei anteotem, foi estranho. Vou fazer um post de sonhos depois.
Eu falo demais, obrigada por conseguir ler (:
Primeiro: Meu namoro está ÓTIMO. O carro do meu pai quebrou, então eu não vou pra Sete Lagoas esse final de semana. Aí a minha mãe teve uma idéia. E a idéia foi ótima por sinal: chamar ele pra passar o final de semana aqui. Por que eu não tinha pensado nisso antes !? E se der tudo certo ele vai pra cá (com a mãe dele) no domingo. Vai ser muito bom pra matar a saudade dele. Que namorada desnaturada que eu sou, faço um mês de namoro, esqueço a data e ainda não vou ver o menino!? Eu estou convicta de que eu preciso de ver ele, e isso é um fato. O que eu tenho que fazer agora é esperar (anciosamente) ele chegar. Vai dar tudo certo. Aliás, vai dar tudo muito certo.
Segundo, terceiro e talvez quarto: Ontem o dia foi meio... diferente. Fui pro dentista com a roupa mais louca que eu tinha em mente: uma blusa branca com a estampa laranja, um cinto branco com bolinhas pretas, um short preto com meia calça roxa, all star preto, blusa de frio preta e a bolsa preta da minha mãe (eu tava num dia meio emo). Demorei lá da escola até aqui em casa pensando nisso, foi muito complexo pra mim pensar, ainda mais com o tanto de coisa que eu tinha em mente. O resultado não foi diferente: eu chamei muita atenção. E eu gosto de atenção. Às vezes eu até devo estravazar com minhas roupas, mas eu supero. Eu e quem anda comigo. Mas então, só sei que voltei pra casa com o aparelho roxo, mas eu queria lilás. É tão difícil entender isso!? Sem falar daquela grande lingual idiota que eu fui obrigada a usar de novo. Pelo menos não tem o dijuntor (desculpa a língua odontológica). E o Sérgio (lembra dele!? Tenho um caso pra contar sobre ele tbm) ficava teimando cmg que meu aparelho relamente era lilás, não roxo. Roxo era o alargador dele (é, ele alargou a orelha). Na quarta eu fiquei feliz com o Sérgio. Ele me disse que lia o meu blog, e ficava feliz quando eu falava dele. Aí ele disse que ia vir aqui na sexta (hoje) com a calça skinny pra mim ver. Esse Sérgio filho da mãe tá me tentando... ele tá muito lindo com aquele cabelo sem cortar (pára de se gabar, menino). Só sei que ele me arrastou pra estação do metrô com ele, porque ele ia encontrar o Rafael (o amigo tecnicamente lindo, sarado e atraente; segundo ele. Tecnicamente porque eu não acho tanto assim, ele nem faz meu tipo). Aí eu encontrei com o Gui. Porra, a quanto tempo eu não via o Gui, fiquei feliz de ter visto ele e o cabelo legal dele. Enquanto eu tava destraída falando pro Gui a saudade que eu tinha dele, o Sérgio saiu andando da estação e me largou lá. Cacete, ele devia me levar em casa! u_u Quando eu larguei o Gui e sái correndo atrás do Sérgio, eu ia pro lado da passarela eu vi a Jéssica, que gritou assim: "É, Ceres. Corre atrás desse feio, corre!" E mesmo assim eu não parei de correr. Aí o Sérgio grita: "Ela vai correr mesmo, porque ela me ama!" Quando ele disse isso, eu já tava do lado dele: "Eu já te superei, meu bem!." "Superou não!" "Superei sim, tá!?"
E a gente discutiu até ele dizer assim: "Aquela ali é a Fernanda!?" "É a Fernanda sim; OI NANDA!" Quando ela virou e eu fui cumprimentar ela, o Sérgio sumiu de novo. Ele disse que tava com pressa, argh. De repente aparece a Anna (não é a Ana, é a Anna, tem uma grande diferença), a amiga da Anna que eu não lembro o nome, a Jéssica (ela apareceu do nada de novo), e a Sarah (não a da minha escola, a vizinha). Tudo junto, na porta da casa da Fernanda, na esquina da minha rua. Foi uma confusão, a Anna perguntou do Sérgio que já tinha perguntado dela umas três vezes mas não conseguiu encontrar com ela, falamos de truco, de meia calça , de aparelho, já que eu não conseguia falar com o meu, e porra, a gente falou demais. Claaro, só juntou mulher! Quando eu penso que não, o Luiz Fernando aparece! E disse que tava com saudade, e me abraçou. Foi só eu tbm, ai a Jéssica e a Sarah morreram de ciúme, HA! Aí as meninas foram embora, eu vim pra casa o céu tava lindo, e o meu MSN tava aberto. A Sarah (a da minha sala) tinha conversado com a Ana (a Ana do "n" só) e... ah! A Ana disse que não era só porque que a gente (a gente que eu digo somos eu e a Ana) tinha voltado a conversar é que tudo ia voltar como era antes. A Ana do "n" só me iludiu. Eu não devia tá falando isso aqui, mas eu dei uma crise de choro. Aí depois eu fui dormir. E o que eu sonhei não vem ao caso agora. Nem o que eu sonhei anteotem, foi estranho. Vou fazer um post de sonhos depois.
Eu falo demais, obrigada por conseguir ler (:
27 de ago. de 2009
Com duas sensações tão extremas, não sei o que sentir.
Postado por
Ceres
A bipolaridade não é minha.
A bipolaridade não é de ninguém.
A bipolaridade é da situação.
Eu ainda quero uma morte temporária.
Meu coração ainda quer que eu não acredite.
Eu vou arrancar, de novo, aquela foto do guarda-roupa.
Tenho um certo medo de quinta-feira, isso já faz um tempo.
Não posso dizer tudo, tenho medo do que possa acontecer.
Eu apenas não consigo acreditar.
Só chorar.
Com duas sensações tão extremas, não sei o que sentir.
Por que sempre a dor é mais forte?
Cara, o que eu faço?
Por que o carro do meu pai estragou !?
Quando mais eu preciso de você aqui...
Não me acha ridícula por chorar à toa...
A bipolaridade não é de ninguém.
A bipolaridade é da situação.
Eu ainda quero uma morte temporária.
Meu coração ainda quer que eu não acredite.
Eu vou arrancar, de novo, aquela foto do guarda-roupa.
Tenho um certo medo de quinta-feira, isso já faz um tempo.
Não posso dizer tudo, tenho medo do que possa acontecer.
Eu apenas não consigo acreditar.
Só chorar.
Com duas sensações tão extremas, não sei o que sentir.
Por que sempre a dor é mais forte?
Cara, o que eu faço?
Por que o carro do meu pai estragou !?
Quando mais eu preciso de você aqui...
Não me acha ridícula por chorar à toa...
26 de ago. de 2009
e a bipolaridade me persegue.
Postado por
Ceres
Por um lado... perfeito, simplesmente.
Ele pára pra prestar atenção no jeito no qual eu pisco os olhos. Me fala coisas que eu nunca ouvi ninguém dizer pra mim. Eu me contento em somente ouvir o coração dele, sentir a respiração. O olhar dele faz cócegas na minha pele. Na maioria das vezes, eu penso que ele foi feito pra mim.
Por outro... horrível, simplesmente.
Eu preferia que nada disso tivesse nem começado. Nunca pensei que você ia conseguir fazer com que eu me sentisse assim, nunca. Minha vontade é chorar, mas como o motivo é você, eu prefiro esconder. Eu não ligo pra nada, agora. Só vou tentar esquecer, de novo. Sei que você não medirá esforços pra me fazer sentir mal. Não quero esclarecimentos, pois fui o mais sincera que pude, sempre. Eu reconheci meu erro, pedi perdão, reconciliação. Pena se você não pode fazer o mesmo por mim. Pena que a recíproca não é verdadeira. Isso se é que a recíproca existe.
Ele pára pra prestar atenção no jeito no qual eu pisco os olhos. Me fala coisas que eu nunca ouvi ninguém dizer pra mim. Eu me contento em somente ouvir o coração dele, sentir a respiração. O olhar dele faz cócegas na minha pele. Na maioria das vezes, eu penso que ele foi feito pra mim.
Por outro... horrível, simplesmente.
Eu preferia que nada disso tivesse nem começado. Nunca pensei que você ia conseguir fazer com que eu me sentisse assim, nunca. Minha vontade é chorar, mas como o motivo é você, eu prefiro esconder. Eu não ligo pra nada, agora. Só vou tentar esquecer, de novo. Sei que você não medirá esforços pra me fazer sentir mal. Não quero esclarecimentos, pois fui o mais sincera que pude, sempre. Eu reconheci meu erro, pedi perdão, reconciliação. Pena se você não pode fazer o mesmo por mim. Pena que a recíproca não é verdadeira. Isso se é que a recíproca existe.
25 de ago. de 2009
Postado por
Ceres

Odeio indecisão. Nem minha, nem de ninguém.
Eu já comecei a digitar esse post umas três vezes, e não tá dando muito certo.
Primeiro eu queria falar o all star amarelo de cano médio, que eu procuro à meses, desde que eu tive uma "ilusão", uma "cisma" com isso.
Aí eu descobri que só existe na linha infantil, tipo do número 18 ao 32. Eu não calço ente 18 e 32, então eu posso comprar um branco e pintar, mas minha mãe disse que não é a mesma coisa.
Eu também descobri que eu tenho uma queda pelo Eduardo Moscovis.
Isso não ajuda em muita coisa na minha vida, mas eu estou vendo Alma Gêmea por causa dele, e via Senhora do Destino também por causa dele. Vale a Pena Ver de Novo tem alimentado muito minha tara por ele.
O Beto está ficando um idiota, que coisa. Tá me ligando pra fazer umas brincadeiras idiotas igual menino de 7 anos. Deve ser fase, passa. Ou então já que a fase de "conquistar" já passou, ele não precisa de ser "perfeito" mais. Que coisa, minha cabeça tá uma bagunça.
E assim eu termino meu PIOR post.
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