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8 de out. de 2012

Ficamos


Nos encontramos sem muita conveniência. Não nos olhamos no olhos e permanecemos o tempo inteiro de braços cruzados, afinal, tínhamos consciência de que era melhor assim. Choramos. Falamos. Reclamamos. Deduzimos. Fomos embora para nos encontrarmos novamente. Para não cruzarmos mais os braços. Para tomarmos vento e sol, já que não queríamos nos tomar. Para olhar o céu. Descobrimos que sabemos como estamos e como queremos estar. Mesmo assim nos contentamos em apenas esperar. Esperar qualquer milagre cair em nossas cabeças. Que o tempo avance em outro em que esteja tudo bem. Em que haja espaço. Que o passado não seja qualquer empecilho. No qual vamos dizer o que sentimos, o que queremos. Que sejamos nós para nossas próprias expectativas.

Vamos esperar. Vamos ver se isso vai passar, continuar, piorar, ou terminar. Temos tempo.

Também só sabemos que no final ficamos, enfim, no fim.

30 de dez. de 2010

Memória é sinônimo de Música


Creio que eu não seja a unica a ouvir musica. Creio não, tenho certeza absoluta.
Quantas vezes não ouvi, cantei, cantarolei, murmurei ou recitei alguma musica com as amigas na sala de aula, no pátio da escola, com o namorado enquanto tocamos violão. Pensei várias vezes em fazer uma retrospectiva, para conseguir reviver cada gostinho, cada beijo, cada abraço, cada lágrima, cada ... música de 2010. Quanta coisa para dizer, para chorar lembrando... cantar para mim é tão fácil! Ouvir cantar... melhor ainda!

Resolvi contar como foi o meu ano. Em forma de música. Não vou agradar a gregos, troianos e loiras, mesmo porque, é impossível.

- Nada contra loiras, modo de falar. -
Enfim...



Janeiro

Saudade de BH. Quase morrendo em Sete Lagoas. Fugindo de Sete Lagoas. Fazendo quinze anos.

Fevereiro

Todas as minhas meninas lindas belohorizontinas queriam morar na minha rua: Camila, Sarah, Ana, Maria Clara, Giovanna, Fernanda, Isabela...


Março

Continuando na onda da saudade: SÉÉÉRGIOOOO (saiba quem é Sérgio aqui.)


Abril

Cantei essa musica para seiscentas pessoas na UNIFEMM, num projeto ridículo da escola. Eu conto tudo sobre esse feito aqui.

Maio

Cheguei na escola milhares de vezes durante o ano cantarolando essa música. Mas eu me lembro de isso ter sido mais ou menos a partir de maio. "Olhar pro Sol só ver janela e cortina..."


Junho

Definitivamente O MELHOR despertador de todos os tempos. Nem sei pra quê eu tirei. Ficava o resto do dia de bom humor (pelo menos eu acredito nisso).


Julho

"Não, não dê mais, tantas voltas não..." Viciei nessa música. Viciei a Rúbia na música, que viciou a Bianca, que viciou a Nathália, que viciou a Bruna, que viciou a Gaby... até todo mundo enjoar. De menos eu.


Agosto

Ensaiamos por um mês para apresentar essa música num trabalho de inglês. Foi exatamente dia 08/08. Mentira, não foi exatamente, porque eu não tenho certeza.
Eu, pra variar, cantei. Coisa linda. #IRONIAFEELINGS


Setembro

- Ceres, acho que você vai gostar dessa música.
- Mas é rap, Camila!
- Eu sei.
(Vai por mim, é bom. Tão viciante quanto Lama)


Outubro ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Saiba quem deixou o Sérgio no chinelo aqui (É feio ficar falando essas coisas no blog, mas não adianta, fiz isso a vida inteira). Meu Último Romance... "Eu encontrei, quando não quis mais procurar o meu amor..."

Viciei nessa música por causa da Camila, e viciei o Matheus. Ele aprendeu a tocar pra mim. Lindo! (sem #IRONIAFEELINGS)

Novembro

O blog faz dois anos, aê (nada de música da Xuxa para aniversário de criança. Dois anos é uma criança, um bebê; então, em alguma hipótese, a musica cariria bem.). Descobri pra quem eu guardei meu amor o tempo todo. (♥♥♥♥♥♥)


Dezembro

Acabou o recomeço. Lido melhor com a saudade, com meu corpo, com meu cabelo, com minha pele.
Passei de ano, fiz uma "surpresa" pra minha mãe de aniversário (ela sabia)... Está tudo no lugar, onde e do jeito que deveria estar.

Comprei outro All Star azul.
Aprendi a tocar essa musica no violão.
Quero morar na rua dos meus amigos antigos, quero cantar Sweet Child Of Mine desafinadamente até ficar rouca, me afogar em Lama... Porque "foi bom enquanto durou, e durou enquanto estava sendo bom, mas acabou."Acabou 2010, só. Minha vida, nossa vida, só está começando.

Um ótimo 2011 para vocês, com muita musica.

6 de mai. de 2010

Verbos causadores de esforço, não.

Tirando a parte que eu tenho me sentido uma gorda sedentária ultimamente, as coisas estão indo bem.
Minha calça jeans preferida tá larga na bunda, e minha mãe disse que, se eu continuar atoa do jeito que eu estou, e emagrecendo desse jeito, vou ficar pelancuda antes dos quarenta, e isso sim é uma coisa terrível. Então cheguei à conclusão de que preciso de arranjar alguma coisa pra fazer.
Porra, que dor de cabeça é essa que eu estou sentindo agora, que isso.
Sei lá, pode ser arranjar um remédio pra tomar por causa dessa dor de cabeça, andar de bike, dar volta na lagoa de tarde, e hoje mais cedo, enquanto eu pensava nisso, eu só consegui levantar do sofá pra ir fazer compras com a minha mãe.
Quando eu cheguei em casa, eu descobri que a forma mais fácil de conseguir felicidade que eu tenho ao meu alcance é um saco de 66g de Fandagos. E quer saber? Essa felicidade que o Fandagos pode me proporcionar é totalmente instantânea, e depois do ultimo salgadinho vou ter vontade de chorar, de tanta dor na consciência.
É, eu estou assim. Como, tomo, digero e depois me dá vontade de morrer, porque eu vou ficar uma gorda. Sim, eu estou ficando doente, doida, sei lá.
Eu tenho que admitir que outras coisas me proporcionariam uma certa felicidade mais duradoura; isso claro, depois de muito esforço. E esforço está fora de cogitação agora.
Aliás, o esforço vai depender do resultado.
Tipo assim, depois de ter sonhado dois dias seguidos com o Sérgio, eu estou convicta (mais um pouco, se é que isso é possível) que se eu estivesse em BH numa hora dessas eu fugiria pra vê-lo.
O verbo FUGIR, diga-se de passagem, exige esforço. E claro,tudo isso é só uma suposição. (ironia)
E, agora, eu não consigo pensar em outro esforço que eu seria capaz de exercer. Não, estudar não conta.
Então o que eu vou (posso e quero) fazer é: levantar da cadeira, abrir o armário, pegar o meu saquinho de 66g de Fandangos (sorte minha que não é o tamanho família), comer, comer, comer, chorar, chorar, e chorar; ir pro banheiro, chegar na frente do espelho, levantar a blusa, pressionar a região abdominal com o indicador e o polegar, fazer uma cara de nojo. Depois abaixar a blusa, olhar a minha espinha que está deformando o meu rosto, passar pomada de própolis nela (de novo, pra ver se ela some), soltar o cabelo, prender o cabelo, trançar o cabelo, e acabar deixando ele solto, parar de novo, rir bastante pro espelho, extravasar a minha felicidade (não) odontológica, apagar a luz, talvez estudar pra prova de geografia, deitar, dormir, dormir, e acordar e fazer tudo de novo. A única de diferença é que amanhã de manhã talvez não tenha Fandangos, e eu vou usar maquiagem.
O que eu quis dizer que eu estou presa à minha rotina sem esforço.
E não vem me lembrar da existência do Samuel não, porque eu não esqueci dele, nem dos beijos com certa frenquência, durante cinco horas por dia, cinco dias por semana, aleatoriamente, sem compromisso, sem sonhos e, principalmente, sem futuro. Eu podia até fazer um tag "Samuel", mas não, desocupar meu coração pra ocupar de novo é uma oração com dois verbos que me causariam muito, mas muito esforço. Sem falar que eu não quero, não quero mesmo. E enciumar, por mais que não necessite de tanto esforço assim, ainda mais nessas condições nas quais nos encontramos, não é uma coisa que eu queira fazer, não mesmo. E que isso fique bem claro.
E quer saber? Gostar tanto de você assim já faz parte de mim, nem me causa esforço. Eu não gostando de você seria eu com algum problema psiquiátrico muito sério.

19 de abr. de 2010

Sobre Cartas não Destinadas, O de Sempre e Alface

Ontem a noite, reparei que tinham umas seis folhas de caderno, todas dobradas em quatro vezes, em cima da minha mesa.
Peguei e enfiei na mochila, pra depois ver o que era (ou até mesmo, relembrar, mas enfim).

Hoje de manhã, quando eu estava no ônibus indo pra escola, fui ver o que estava escrito nas folhas. Bom. Uma coisa eu posso afirmar: diziam o de sempre.
Uma delas é uma carta que eu escrevi pra Mariana, no dia 27 de janeiro, e não sei o por quê, mas ela ainda está comigo. Outra delas é onde eu escrevi o endereço dela, provavelmente pra mandar a carta depois. Coisa que, como você pode concluir, eu não fiz.

As outras quatro.
Sim, as outras quatro. Eu devia, sinceramente, pôr mais quatro posts no tag "Sérgio", porque se nos dias 23, 24, 25 e 26 de janeiro eu já tivesse internet em casa, sim, eu postaria tudo o que estava escrito aqui. Ou não, mas a gente não precisa de discutir isso agora (rumo aos 50!).

Depois que eu reparei que eu sou meio... sem uma outra inspiração a não ser a de sempre, já tinha acabado o primeiro horário. Física (sim, eu fiquei horas lendo e relendo).
Como nem todos os professores estavam dando aula, a maioria está de greve, a gente pôde sair, e depois voltar pra assistir o quarto horário.

Eu, o Ramon (No Mar), a Rúbia, a Gaby (sim, é com "y"), e a Andreza. (risquei o nome dela porque ela é muito chata, pelo menos na maioria das vezes. Ela fica me prometendo um pôster do Axl Rose *suspiro* faz tempo, mas nada. Mentirosa).

Demos uma volta na lagoa, e depois fomos pra biblioteca.
Como eu estava/estou numa puta preguiça de procurar os documentos pra fazer a ficha e pegar um livro, como qualquer pessoa normal faz, eu, pela segunda vez, estava indo na biblioteca pra continuar a ler o mesmo livro.

Sim, o livro é muito bom. E sim, estou apaixonada pelo cara do livro.
Ele é cara-de-pau, poético, toca violão, e pulou numa lagoa de meio metro de altura, estilo Tio Patinhas (assim que estava escrito), quebrou a quinta vértice da medula (acho que é isso), e vai (eu não li a parte que fala isso, mas eu sei que vai) ficar tetraplégico.

Ah, sem falar que ele tem uma posição política. Mesmo que eu não saiba que posição (política) é essa, eu tenho queda por caras inteligentes. Um cara burro não teria uma posição política. Ou tem.
Essa é outra coisa que não precisamos de discutir.

Saí da biblioteca com uma vontade enorme de enfiar na frente de um carro. Não me pergunte o por quê. Mas então, toda vez que eu ia atravessar a rua sem olhar, um "bom samaritano" parava e fazia um gesto de "´pode passar".
Resultado: estou viva, sem sequelas; e sem entender a minha vontade de morrer.

Assisti a aula de Português, e a professora ficava falando "que bonitinho" toda vez que eu falava do Samuel. E depois, quando eu estava esperando o tempo do quinto horário passar e meu escolar chegar, passa, do meu lado, a minha professora de Português.
Numa moto. Eu acho estranho, às vezes eu tenho que cair na real pra saber que professores têm uma vida fora da escola. Eu sei lá, vai que alguém comanda todos os professores e congelam eles enquanto eles não dão aula? - ignorância

Vim pra casa, deitei e dormi feito um bebê, por uma hora e meia, e minha mãe veio me cobrar as mudas de alface que a mãe da Rúbia falou que tinha de sobra.
Liguei pra Rúbia, ela veio com as mudas, minha mãe foi comprar pão faz muito tempo, e até agora não voltou.

Eu, o Léo e a Rúbia estamos vendo televisão. O nome do episódio da série é "Todo Mundo Odeia Garotas Altas e Magras".
Estou rindo feito louca.

Não, eu só ri um pouco.

P.S.: a Rúbia é alta e magra, a graça foi aí.
P.S.2: tô com fome, minha mãe podia chegar logo.
P.S.3: o nome do livro é "Feliz Ano Velho", do Marcelo Rubens Paiva, eu acho. Aliás, o Ramon tem ficha lá, ele podia pegar pra mim (o livro).
P.S.4: estou aprendendo a tocar violão. Consigo tocar tudo bonitinho, até um fá sustenido do caralho.
P.S.5: quero ir pra Belo Horizonte.
P.S.6: o céu tá bonito hoje.

30 de ago. de 2009

Surpresa, pastel, beijo, saudade de praia.

Deu tudo errado.
O Beto não veio pra Belo Horizonte, nem ele, muito menos a mãe dele.
Sabe o que aconteceu !?
EU fui pra lá 8D

Vou explicar timtim por timtim, como eu sempre faço: Meu tio Carlos precisava de resolver algumas coisas em Sete Lagoas. Aí foram ele, a mulher dele e a neta da mulher dele. De Fusca.
Mentira. Fomos eu, minha mãe, meu tio, a mulher dele e a neta da mulher dele. De Fusca.
Buscaram a gente na estação Gameleira. Em falar nisso, no ponto de ônibus que nos buscaram de fusca, tinha uma menina muito foda. Ela tinha um cabelo legal, uma blusa legal, um tênis legal, uma mochila legal e um amigo legal (era tecnicamente legal. Ele tava de meia, um chinelo da Calvin Klein e um ôculos beem gay) e era bonita (só de longe, porque de perto parecia uma vaca de tanto piercing, sem ofensas). Quando ela entrou no ônibus ela ficou me olhando com cara de caminhoneiro G_G' Errr, eu não sei explicar olhar de caminhoneiro.

Apesar da dor nas pernas que me deu de ficar socada dentro do fusquinha dividindo o espaço com a minha mãe e a neta da mulher do meu tio (a Mylena, pra ser mais exata), as dores foram sentidas por amor ♥♥♥

A gente (digo, as pessoas que estavam no carro) fomos na feira.
A coisa mais rara que tem sou eu usar brinco, e eu tava com uma argola. Saí de lá com um par de brincos redondos com umas borboletas, BEEEEEM, maiores que minhas argolas. Saí feliz comendo pastel. Comi só dois, porque o aparelho não me proporciona bem estar enquanto eu como, falo, e err, beijo.

Mas de tudo, eu acabei me acostumando nessa coisa de beijar com aparelho.
Em um dia. Isso mesmo que você leu: um dia.
O Beto nem sabia que eu ia; Foi supresa, e nem eu sabia que era supresa.
Acho que nesse um mês e alguma coisa de namoro, esse foi o dia mais contrutivo.
Não pense bobeira, por favor. O fato foi que a gente aproveitou.

Cara, eu sei que pareça impossível, mas foi o seguinte: minha mãe pediu pra mim comprar cerveja pra ela, e o Beto foi junto, claro. (legal, sustento o vício da minha mãe. E da minha sogra. As duas estavam jutnas contando caso com a minha tia, enquanto meu tio tava com a Mylena resolvendo os problemas dele) Quando a gente voltou do bar, eu servi a cerveja pra elas (a minha mãe a minha sogra, já que a minha tia não bebe) e eu tava com sono. Aí eu fui pro quarto com o Beto. Só pra deixar bem claro: a porta estava aberta, e dava quase de frente pra varanda, onde as ditas cujas estavam. Então, tudo o que a gente fizesse elas viriam, se elas quisessem. Eu não fechei a porta meeesmo. Primeiro que eu não escondo nada da minha mãe, se acontecesse alguma coisa eu ia contar pra ela. Eu converso com a minha mãe do mesmo jeito que eu posto aqui no blog, a gente tem conversas que muita gente adulta não tem, eu acho isso muito bom entre eu e ela, sabe?

Só sei que quando ela assustou, eu tava deitada na cama do lado do Beto. Ele tava quase dormindo, panguando mesmo. E eu tava apoiada no braço olhando pra ele, aah *-*
Aí minha mãe gritou a Élis (minha sogra, pra ser mais exata. Lê-sé Élis mesmo. Tipo Elis com acento agudo no "e"). "Robeeeerto seu folgado!" Nisso ele já tinha pulado literalmente do colchão (claaro que é colchão, não tem nada lá, eu ainda nem me mudei). Aí ele deitou de novo, e eu, por mais que tinha sono, eu não conseguia dormir com aquele par de olhos castanhos com aquela sombrancelha grossa me olhando. O máximo foi a gente TENTAR se beijar, só isso. A gente tava panguando mesmo.

Aaah, eu liguei pra Mari, ae ae *-* Ela tava na praia, e ela me deixou ouvir o barulho do mar.
Porra, eu fui na praia quando eu tinha 4 anos. Saudade de praia. A Mari me proporcionou um ÓTIMO momento, obrigada Mari. Mesmo estando longe vocÊ é tão presente !

Aí eu tive que vir embora.
É impressionante. Toda vez que eu vou embora lá da minha casa em Sete Lagoas, sempre fica alguma coisa pra trás e a gente volta. Dessa vez foi a bolsa da minha mãe. Da outra vez foi meu aparelho, cigarro do meu pai ... sempre assim.
Acabou. E eu nem acreditei. Parecia uma eternidade.

13 de dez. de 2008

Minha mãe é POP ! ♥___♥

Gente , alguma vez na sua vida sua mãe fez almoço pros garis que varrem a rua ?
Ou no aniversário dela o povo ficou até altas horas da noite na sua casa até chegarem a dormir ?
Siim ! Minha mãe ja fez isso tudo .
Minha mãe é a mãe mais pop que eu ja conheci . Não tem nem noção alguem ser como ela .
Ela se desdobra em duas , em dez ou até em mil pra podeer ajudar e agradar à todo mundo ! OO'
Mesmo e eu meus irmãos (nem o resto da família) não ajudarem em nada , ela sempre faz tudo pra gente .

No meio do ano que vem ou no início do outro , eu devo mudar pra Sete Lagoas . No início eu achei tudo uma merda , e não queria ir . Aí chega a minha mãe , com a planta da casa nova , cheeia , mais cheia mesma de planos .... e como que eu falava que eu não queria ir ?
Pelo menos uma vez na vida eu queria apoiar ela em alguma coisa , e acabei guardando tudo .
Foi difícil , eu acho que eu nunca fiquei tão deprimida quanto eu fiquei naquela semana .
Mas eu tive que ir conversar com ela .... e apesar de tudo ela me apoiou.
E no final eu acabei até concordando com a idéia e vendo o lado dela .
Claro que eu não vou morrer de amores quando eu ficar longe dos meu amigos , mudar de escola ... Mas vai ser melhor pra todo mundo , e eu sei que eu vou sobreviver .

Tá bom ... entre eu e a minha mãe não são mil maravilhas .
Agente briga muito , mas eu nunca vi alguém ser tão amiga quanto a minha mãe .
É uma coisa que é sme explicação , que chega ao ponto de eu chegar pra ela depois de uma festa e contar tudo o que aconteceu .



Chata , estressada , nervosinha . Minha mãe é isso tudo , mas eu sei , é culpa minha .
( gamei na rima )

antes de eu reclamar dela , eu tenho q lembrar que ela vai estar sempre do meu lado , independente do que aconteça .
Nela eu posso confiar .
Isso é uma coisa que ninguém muda .
Mãe , Te amo !

Quando eu crescer vou ser q nem ela ! :D
( sim , vou fazer almoço pros garis )