Serial killer? Que nada! Aqui nós temos um criminoso nerd: um serial hacker.
Watchman revela a mais fantástica e audaciosa série de crimes na história do ciberespaço.
Um especialista em computadores capaz de romper os mais sofisticados programas de segurança e penetrarem qualquer sistema de computadores. O americano Kevin Poulsen, o mais arrojado e perigoso de todos eles, conseguiu, com suas façanhas, chegar às manchetes do New York times quando se tornou o primeiro hacker acusado de espionagem.
O autor mostra como a rede telefônica era o playground de Poulsen. Nem o FBI parecia ser um adversário a sua altura. Mas quando o programa de TV Unsolved Mysteries (Mistérios Não Solucionados) preparou um especial sobre os crimes do hacker, a polícia de Los Angeles descobriu sua pista, iniciando uma operação secreta.
O que eu achei bem legal foi que o autor entrevistou Kevin Poulsen, seus cúmplices e seus perseguidores; o que lhe proporcionou bastante credibilidade para escrever a biografia. Na "Nota do Autor", no final do livro, Jonathan Littman conta que acompanhou os crimes de Poulsen - que tiveram grande repercussão na época - e como fez para escrever o livro, no começo de 1994. Ainda não li ele todo, mas parece dar conta do recado.
Para os curiosos e amantes de computadores de plantão (eu), acho que a leitura é bem válida.
12 de jan. de 2012
11 de jan. de 2012
Feito por você: Transforme seu CD em uma mandala
Postado por
Ceres
Sem o que fazer nas férias? Recicle CD's e DVD's velhos e de quebra decore seu quarto ou presenteie fazendo lindas mandalas!
Mandala é uma palavra sâncrita, que significa círculo. Também tem outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia. Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia. Pode ser utilizada na decoração de ambientes, na arquitetura, ou como instrumento para desenvolvimento espiritual e espiritual. A mandala pode restabelecer a saúde interior e exterior. A pessoa que trabalha com mandalas, sozinha ou com ajuda de terapeutas, beneficia-se de várias formas: prevenindo o estresse, preservando e organizando a saúde psíquica entre outros.
Mas enfim... fazer uma é muito mais divertido do que saber o que ela significa!
Você vai precisar de revistas velhas para recortar, botões, glitter, lantejoulas, cola (muita cola!)... O que sua imaginação mandar! Geralmente elas são mais simétricas e têm formas geométricas, mas nada te impede de fazer como quiser! Fiz uma hoje para vocês se inspirarem usando CD; mas vocês podem usar uma infinidade de materiais! Espero que gostem.


(Essa eu ganhei de uma amiga em 2008)
Mandala é uma palavra sâncrita, que significa círculo. Também tem outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia. Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia. Pode ser utilizada na decoração de ambientes, na arquitetura, ou como instrumento para desenvolvimento espiritual e espiritual. A mandala pode restabelecer a saúde interior e exterior. A pessoa que trabalha com mandalas, sozinha ou com ajuda de terapeutas, beneficia-se de várias formas: prevenindo o estresse, preservando e organizando a saúde psíquica entre outros.
Mas enfim... fazer uma é muito mais divertido do que saber o que ela significa!
Você vai precisar de revistas velhas para recortar, botões, glitter, lantejoulas, cola (muita cola!)... O que sua imaginação mandar! Geralmente elas são mais simétricas e têm formas geométricas, mas nada te impede de fazer como quiser! Fiz uma hoje para vocês se inspirarem usando CD; mas vocês podem usar uma infinidade de materiais! Espero que gostem.
E aqui a mandala depois de pronta!
Ainda não sabe por onde começar? Achei um blog lindo, mas pouco atualizado chamado Oficina de Mandalas, onde tem váários modelos de mandalas; ótimo para vocês se inspirarem ainda mais.
E aí? Gostaram da ideia? Comentem!
Fonte: Mundo das Mandalas
4 de jul. de 2011
Música das Dez
Postado por
Ceres
Minha vontade era que isso fosse uma música.
Não passei de sol, e chegando lá tive quase certeza de que não conseguiria.
E quando as minhas mãos não trêmulas te puxarem pela nuca,
o unico desejo de minha boca é o poder da sua.
Engolia à seco o remédio das dez horas,
tocando violão sem corda,
acalmando o coração que sem você chora.
Minha poesia de dia sete não tem ritmo,
a não ser o cardíaco.
Fico lembrando do seu sorriso,
que em rascunho,
decifro e descrevo em verso sujo.
Vontade de ter você aqui comigo
debaixo do edredom vermelho e vazio;
sem refrão.
O sono das dez e meia chega,
o ritmo - que não existia - se extingue.
E só.
Não passei de sol, e chegando lá tive quase certeza de que não conseguiria.
E quando as minhas mãos não trêmulas te puxarem pela nuca,
o unico desejo de minha boca é o poder da sua.
Engolia à seco o remédio das dez horas,
tocando violão sem corda,
acalmando o coração que sem você chora.
Minha poesia de dia sete não tem ritmo,
a não ser o cardíaco.
Fico lembrando do seu sorriso,
que em rascunho,
decifro e descrevo em verso sujo.
Vontade de ter você aqui comigo
debaixo do edredom vermelho e vazio;
sem refrão.
O sono das dez e meia chega,
o ritmo - que não existia - se extingue.
E só.
3 de mai. de 2011
Conosco
Postado por
Ceres
De longe, ele vinha. Naquele passo maroto, com as mãos no bolso. Eu gritava, saltava... por dentro. A unica coisa que eu deixava transparecer era meu sorriso. Mantinha as mãos entrelaçadas na frente do corpo, como tenho o costume da fazer. E ele vinha... e chegava, e chegava... Agora, eu já balançava as mãos ainda juntas. Ele ficava cada vez mais perto. Cada centímetro que ele percorria em minha direção equivalia a 100 batimentos cardíacos meus. O tempo todo ele mantinha os olhos de mim, e depois diretamente nos meus olhos. Parou. Próximo o bastante para eu não precisar mais de segurar minhas próprias mãos. Não conseguia enxergar outra coisa que não fosse seu sorriso. Percebendo meu êxtase, ele segurou as minhas mãos, entrelaçando meus dedos nos dele. Não importa como o dia estava, ou como eu havia acordado, porque ele estava me beijando. Nada mais importava. Eu estava com ele, e ele, comigo. Nós estávamos conosco.
30 de abr. de 2011
Sete meses
Postado por
Ceres
Eu te vi deitado na minha cama. Cobertor tampando até a boca, de bruços, com os braços debaixo do travesseiro; exatamente como eu estaria caso estivesse no seu lugar. Passei na porta do quarto uma, duas vezes, só para observar. Eu sentia uma ansiedade doida de correr, deitar em cima de você, e ficar lá, quietinha, sentindo seu calorzinho matinal de sábado. Mas não. Fiquei me corroendo, devagarinho, e você na sua pose pornográfica, sem mexer um músculo, me extasiando. Até que, segurando a barra do meu short de pijama, eu resolvi chegar perto; afinal de contas, ninguém me dissera que não podia. Sentei na beirada da cama, bem pertinho, sentindo o que podia daquela distância infinita. Fui me inclinando para perto do seu rosto. Parei no meio do caminho. Recuei. Sua boca estava coberta, oras. Continuei naquela tortura de te olhar dormindo, que aliás, é uma delícia. Novamente me inclinei para perto. E mais. E mais. Sentia sua respiração no meu rosto. Me aproximei mais. Passei o nariz, devagarzinho, na sua bochecha. Ia e voltava com o rosto, arrepiando, sentindo, derretendo por dentro. Você se mexeu um pouco, encolhendo mais ainda, com os olhos fechados. Eu sorria de tal maneira, que aquilo parecia fazer parte do meu rosto, como se ele estivesse sempre ali. E você não tem ideia de como faz isso bem. Essa coisa de me fazer feliz. Parece que você via aquilo tudo mesmo de olhos fechados; porque sua boca, agora à vista, também sorria para mim. Passei o braço por cima de você, deitei a cabeça nas suas costas. Num átimo levantei, beijei seu rosto, bem devagar; sentindo, derretendo... tudo de novo. E você me fazendo feliz, como sempre fez. Como sempre irá fazer. À sete meses atrás, daqui a sete meses, sete anos; assim eu penso. Quero você feliz, me fazendo feliz, assim eu sonho. Satisfeita, levantei-me da cama, saltitante. Olhei para trás e você dormia, na pose pornográfica de sempre.
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